domingo, 4 de março de 2012

Manifestações 01/03/2012

     A professora espera os alunos se sentarem e inicia  sua explicação sobre sair de sala para encher as garrafas de água, que não precisa chamar a atenção da professora durante a aula, basta levantar a mão e ela pedira para uma pessoa da fila para encher as da sua fila.
     A professora Ana Clara ficou um pouco nervosa, pois tinham alunos fora do lugar que discutiam sobre o mapa de sala.
     Quando finalmente demos início a aula, ela escreveu na lousa sobre as imagens que discutimos na ultima aula.
     Imagem 3 -> multidão com bandeiras fazendo uma manifestação em praça pública sem a presença de policiais.

     Imagem 1 -> o povo está sendo reprimido em sua manifestação e em seu direito de participação política.

     Imagem 2 -> um homem contra quatro tanques de guerra.

     Em relação a imagem 2 chegamos à conclusão de que o objeto que o rapaz carregava em suas mãos sugeria a paz, já que tinha a cor branca.
     Como Atividade a professora nos disse para aprimorarmos nossos conhecimentos com uma Curiosidade, pesquisar sobre o "Conflito entre estudantes e militantes na Praça da Paz Celestial em Pequim no ano de 1989"
     Ela explicou que nessa época houveram muitos acontecimentos, como a queda do muro de Berlim. Nesse conflito, os estudantes faziam uma manifestação contra a opressão por parte do governo chinês, então o exército foi mandado passar por cima de todos os manifestantes em tanques de guerra.


(Cláudia chega e a professora passa os nomes dos alunos que segundo ela estavam debochando dela.)


     Retomando a explicação, a professora termina o desfecho, que morreram milhares de pessoas, pois os tanques passaram por cima delas.
     A professora Ana Clara ainda explicou que na China é ilegal divulgar imagens que se referem ao governo de forma negativa.
     Voltando a imagem 3 percebemos que o povo está tendo uma manifestação livre, ou seja, não estava sendo reprimido.
     A professora também nos contou que um escritor chinês foi preso por tentar mudar a opressão na China e o homem ganhou o prêmio Nobel da paz ao divulgar da prisão um livro que mostrava a situação que se encontrava lá, porém não pode receber o prêmio e nem mesmo a sua esposa que não foi autorizada pelo governo chinês a receber o prêmio por ele.
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Após essa última explicação a professora corrige as atividades da aula passada.


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Curiosidade:



Em 1989, chineses insatisfeitos fizeram manifestações contra o governo e sua situação econômica. O cenário culminou no episódio que ficou conhecido como “O massacre da Praça da Paz Celestial”, onde os rebeldes presentes na principal praça de Beijing foram controlados com o uso da força, assentida pela declaração da Lei Marcial. Ainda que, à época, o New York Times tenha noticiado 800 mortes, fala-se que o número chegou a dois mil mortos e uma contagem ainda maior de feridos.
Provavelmente este sangrento acontecimento teria sido mais um esquecido pelo resto do mundo se não fosse por um anônimo rapaz que ousou ir mais além: sozinho, o “Rebelde Desconhecido” interpôs-se à fileira de tanques de guerra, e questionou. O condutor poderia ter passado por cima do homem, afinal, era isso que o exército chinês vinha fazendo desde que o poder lhe fora entregue. E é por isso que, hoje, comenta-se a coragem dos dois anônimos.
Era 4 de Junho de 1989. O chinês parou. Carregava uma sacola em uma de suas mãos, e uma blusa na outra. O tanque tentou desviar para o lado, ele moveu-se na direção. O tanque desviou-se para o outro, ele foi novamente. O tanque parou. Ele subiu no carro de combate, falou algo e desceu. Venceu por segundos, que lhe garantiram a vitória do eterno reconhecimento. Só depois, o imenso exército constituído de um único homem foi arrancado de sua tarefa. Apesar dos muitos boatos, nunca soubemos o nome ou o destino de nenhum dos envolvidos neste caso. As câmeras, no entanto, eternizaram o momento, e, mais tarde, a Time (1998) viria a eleger o “Homem-tanque” como uma das pessoas mais influentes do século XX.


http://iemai.com.br/blog/2008/10/29/o-exercito-de-um-homem-so-i/

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