sábado, 30 de junho de 2012

Aula com a professora Rossana 29/06/2012

   A professora de história precisou faltar, então a professora Rossana deu aula no lugar dela. A professora disse que iria dar aula para a turma durante o mês de agosto, pois a professora Ana Clara precisaria resolver um problema pessoal.
 Ela explicou seu jeito de trabalhar e disse que era parecido com o da Ana Clara. Depois pediu para alguns alunos lerem o texto "Escravidão hoje, em todos os lugares?" e explicou para a turma, no final da aula ela copiou o dever.
   Para Casa 
 1- Leitura prévia e fichamento do texto (pagina 70 - 73).      
   a) Escravidão, hoje em todos os lugares?
   b) Fazer os exercícios seguintes.
 1.1 Vocabulário (listar e procurar o significado das palavras desconhecidas em todo o texto).
 1.2 Ideias centrais de cada paragrafo.
 1.3 Pequeno resumo do conteúdo.
 1.4 Pesquisar (e trazer colado no caderno) pelo menos uma forma de escravidão moderna.


Entrega da Prova 26/06/2012

 A professora começou a aula discutindo com os alunos sobre o filme "A Missão". Falou sobre as tribos, sobre os índios, sobre os portugueses e explicou um pouco do filme para os alunos que não tinham entendido.
 Depois ela entregou a prova, corrigiu com a turma questão por questão e tirou as duvidas dos alunos.

                                        

Prova do livro 25/06/2012

 A professora deu uma avaliação sobre o livro "A Idade Média explicada aos seus filhos", ele deixou a prova ser em dubla, e colocou os alunos que leram o livro juntos e os que não leram, para que não fica se desigual.

                                        

domingo, 24 de junho de 2012

Termino do filme: "A Missão" 22/06/2012


     A professora desceu com a turma para terminar de assistir ao filme "A Missão".

   

Seção de fotos / Anjos e Protegidos 19/06/2012

 Na aule de hoje fomos para uma seção de fotos que ira sair no jornal da escola, a respeito do projeto do blog, que esta ajudando os alunos a se interessar cada vez mais pelos estudos, e a fazer uso da tecnologia para seu próprio beneficio.
 Depois voltamos para a sala e começamos a discutir sobre a questão de anjos e protegidos.
 A professora anotou no quadro o nome de todos os anjos e de todos os protegidos, depois foi perguntando de fileira em fileira quem ainda não tinha anjo ou protegido.
 Os que não tinham ela deu a chance de escolher um os que estavam no quadro, para ser seu anjo ou protegido.
 Anjos:                                               Protegidos:
- Beatriz                                              - Rafaela e Farla
- Lorena                                             - Barbara Clarice e Daniel
- Victor B.                                          - Rodrigo
- Maria Luiza                                      - Fernando
- Pedro Fadul                                      - Aécio e Juliana
- Hawilton                                          - Luiz Felipe
- Steffany                                           - Maria e Wellerson
- Gabriela Candida                               - Sarah
- Victor Bianchi                                   - Victor Gomes e Gabriela S.
- Thayná                                            - Lisa e Thaís
- Matheus                                           - Guilherme M. Guilherme G.
- Giúlia                                               - Gabriela Carvalho
- Vitória                                              - Luiz Henrique e Gabriela Vaz
- Deborah                                           - Weber e João Vitor
- Luciano                                            - Vitor Lopes e Vitor Hugo.

                 

Filme: "A Missão" 18/06/2012

A professora Ana Clara desceu com a turma para a sala de multimídia, para ver o filme "A Missão", que trata do assunto que esta sendo estudado.
 Essas são algumas imagens do filme "A Missão".

               

                

                                 

Aula do dia 15/06/2012

 A professora cedeu a aula para o professor de geografia terminar de passar o filme para a turma.

                                
                                                                       

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aplicação da prova 12/06/2012

 Aconteceu a aplicação da primeira prova de História da segunda etapa.

            

Discussão sobre a recuperação 11/06/2012

 A professora Ana Clara pediu para a aluna Taina recolher os trabalhos, enquanto ela recolhia a professora falou sobre as recuperações.
 Depois a professora entregou os trabalhos e as provas de recuperação, e explicou como ela avia feito a distribuição dos pontos.
 Então ela abriu espaço para as duvidas dos alunos. Uma delas era sobre a balança comercial favorável. A professora explicou e deu um exemplo que aconteceu com ela a muito tempo: "Quando você gasta mais do que você tem vai formando dividas e mais dividas até você não ter mais o com o que pagar, nessas horas só os amigos podem te ajudar te emprestando aquele dinheiro, para depois quando você puder pagar de volta".

             

                     

domingo, 10 de junho de 2012

Palavras desconhecidas!

A resistência dos indígenas
Vocabulário (pagina 52):
1.1-
- Genericamente: De modo genérico; em geral.
- Gradativa: Perdendo aos poucos, gradual.
- Homogeneização: Tornar as coisas iguais, igualar.
1.2-
- Gentios: Povos pagãos ou não cristãos.
1.3-
- Cativos: Conquistar (nesse caso prisioneiros).
1.4-
- Captor: Capturador, caçador.
1.5-
- Embrenhar: Esconder, Meter.
1.6-
- Opressão: Ação ou efeito de oprimir.
1.7-
- Fronteiras: Limite que separa dois estados.
* Ideia central: Os portugueses por objetivo explorar as riquezas da terra e “salvar” os índios, convertendo os á fé católica.
A Confederação dos Tamoios
Vocabulário (pagina 54 e 55)
2.1-
- Colonos: Aquele que faz parte de uma colônia.
- Guaianases: Nação de Índios do Brasil, que dominaram no território do atual estado de São Paulo.
2.2-
- Revide: Revidar, dominar.
- Lavouras: Produto das plantações resultantes da lavra do terreno: percorrer a lavoura.
2.3-
- Aportaram: Ancorar num porto. Chegar ao porto.
- Núcleo: Parte central.
2.4-
- Acirrando: Açular. Irritar.
2.5-
- Refém: Pessoa que se entrega ou é sequestrada pelo inimigo como uma espécie de garantia da execução de um tratado. Pessoa que se entrega ao inimigo como uma espécie de garantia da execução de um tratado.
2.6-
- Confederação: Aliança de várias nações para realização de um objetivo comum.
2.7-
- Emancipação: Direito de administrar seus próprios bens e receber os rendimentos, ato de emancipar.
- Exaltação: Ação de elevar a um grau de mérito mais alto.
2.8-
- Intitulado: Dar um título a uma obra, chamar, denominar.
2.9-
- Pira: Doença de pele nos animais. Sarna; gafeira.
- Rescaldo: Vasilha que se enche de água fervente e sobre a qual se colocam pratos de comida para aquecer.
- Escaldada: Que produz muito calor.
- Banzeiro: Diz-se do mar levemente agitado.
- Debalde: Inutilmente, em vão.
2.10-
- Gravitante: Que gravita.
- Declina: Régua, que mostra os graus no astrolábio.
- Lumes: Fogo, fogueira, clarão, fulgor.
- Olvida: Deixar de lembrar, perder da memória, esquecer.
2.11-
- Entorpecida: Dificultar, retardar ou impedir o movimento.
- Crisálida: Terceiro estado do ciclo de vida da borboleta, quando a lagarta completa seu desenvolvimento completo.
- Preludiando: Preparar com antecedência, predispor, preceder como prelúdio, iniciar, estrear.
2.12-
- Antolha: Aparência enganosa, ilusão, visão.
- Traspassado: Transpor, passar além.
- Alcantilado: Que tem forma de alcantil, talhado a pique, escarpado.
* Ideia central: Mostrar um conflito que ficou conhecido como “Confederação dos Tamoios”, os colonos Portugueses se uniram aos Guaianases contra os povos indígenas. Após  os portugueses terem revidado, a aldeia que foi atacada se uniu a outras, formando a chamada “Confederação dos tamoios”.
O Romantismo.
Vocabulário (pagina 55).
3.2-
- Burguesa: Pessoa que pertence á classe dos operários e campônios.
- Liberalismo: Sistema dos partidários da liberdade política e civil. Profissão de princípios liberais.
3.3-
- Indianista: Que diz respeito ao indianismo na literatura.
* Ideia central: Falar sobre o romantismo na literatura, no Brasil os modelos românticos foram modificados e ganharam uma tendência sertaneja e indianista, pois a influencia do índio na cultura Brasileira é muito forte, então o romantismo no Brasil ganhou seu próprio jeito baseado na cultura indígena.
A confederação do Cariri.
Vocabulário (pagina 57 e 58).
4.1-
- Quilombolas: Escravo ou escrava, refugiados em quilombo.
- Pejorativamente: Diz-se de palavra que adquiriu sentido torpe, humilhante, desagradável, ofensivo.
4.4-
- Engenhos: Capacidade inventiva; habilidade, talento: com engenho e arte.
- Freguesias: Clientela, grupo de compradores.
- Maciça: Que não é oco, nem cheio de matéria diferente.
4.5-
- Afugentar: Pôr em fuga. Repelir.
* Ideia central: A resistência dos indígenas a ocupação dos quilombos que ficou conhecida como “Resistencia do Cariri”, ou como os portugueses a chamavam “Guerra dos Bárbaros”. A conquista seria o serão das capitanias no norte do Brasil que interessava muito aos portugueses.
Guerra Justa.
Vocabulário (pagina 58).
5.1-
- Aldeamentos: Povoado indígena dirigido por missionário ou autoridade leiga.
5.2-
- Recalcitrantes: Que ou quem resiste obstinadamente, que recalcitra.
- Coluna: Apoio, sustento.
- Arrebatados: Levado com violência, irritado, irascível.
5.3-
- Promulgada: Publicar oficialmente e tornar aplicável uma lei.
5.5-
- Cômputo: Contar, orçar, calcular.
- Aniquilaram: Reduzir a nada, destruir, abater.
* Ideia central: Mostrar as guerras internas que estavam sempre acontecendo e os motivos para as mesmas. Uma delas era a Guerra Justa, que tinha a licença do rei ou do governador-geral contra os povos indígenas que combatiam os portugueses, impediam o comercio ou que fizessem aliança com outras nações europeias.
O Mercantilismo.
Vocabulário (pagina 63)
 6.2-
- Monopólios: Privilégio legal ou de fato, que possui um indivíduo, uma companhia ou um governo de fabricar ou de vender certas coisas, de explorar certos serviços, de ocupar certos cargos.
6.3-
- Protecionismo: Economia política. Sistema que consiste em proteger a agricultura, o comércio ou a indústria de um país contra a concorrência estrangeira.
- Alfandegário: Relativo à alfândega, aduaneiro, funcionário da alfandega.  
-Manufaturas: Produzir em oficina, em fábrica.
-Monopólios: Comércio abusivo que consiste em um indivíduo ou um grupo tornar-se único possuidor de determinado gênero de mercadorias para, na falta de competidores, poder vendê-lo por preço exorbitante.
6.4-
- Generalizações: Ato ou efeito de generalizar, propriedade ou estado daquilo que se tornou geral.
* Ideia central: As características do mercantilismo, o mercantilismo é o conjunto dessas medidas que marcam as mudanças nas relações econômicas, políticas e sociais.
Quem produz pra quem?
Vocabulário (pagina 63).
7.1-
- Manufaturados: Resultante de manufatura, ou fabricado por manufatura. 
- Unilateral: Que se inclina para um só lado.
7.2-
- Exclusivismo: Qualidade daquilo que é exclusivo, sistema de exclusão.
* Ideia central: O que possibilitou para que Portugal lucrasse bastante durante o período colonial foi, no caso brasileiro o comercio e a forma de organizar a produção agrícola, e a produção da cana-de-açúcar e produtos que serviam como moeda de troca no mercado africano.  
A revolta de Tupac Amaru.
Vocabulário (paginas 64 e 65).
8.4-
- Burlavam: Enganar; ludibriar, enrolar.
8.5-
- Compulsórios: Que compele.
- Dizimavam: Dizimar um exército, destruir, diminuir, tornar raro.
8.6-
- Irrisórios: Que provoca riso ou motejo.
8.11-
- Repercussão: Refletir, reproduzir, ato ou efeito de repercutir.
* Ideia central: Revolta que ocorreu entre 1780 e 1783, inicialmente liderada por Tupac Amaru II (segundo), que protestava contra as injustiças das autoridades e queria o titulo de Inca para si.
No entanto a revolta iniciou algumas reformas, entre elas a abolição do direito ao reparto da parte dos corregedores e a extinção desse cargo. 
A organização da América espanhola.
Vocabulário (paginas 65, 66 e 67).
9.3-
- Sobrepor: Pôr em cima ou por cima; superpor.
9.4-
- Servidão: Estado do servo, do escravo, escravidão, privação da independência ou da liberdade, cativeiro.
9.5-
- Súditos: Que ou aquele que depende da vontade de outra, vassalo.
- Tributos: Operar com tributo, impor tributo a alguém.
* Ideia central: Os portugueses, desde os primeiros anos, dividiram suas terras em capitanias, e sua ocupação provocou alguns conflitos, já os espanhóis, criaram capitanias gerais em áreas estratégicas e vice-reinos nas áreas comerciais.

Outros tempos e lugares.
Vocabulário (pagina 68).
10.3-
- Moléstia: Doença; mal-estar, sofrimento físico ou moral; inquietação.
- Apossou: Tomar posse, se apoderar.
 10.6-
- Dispensado: Desperdiçado, desobrigado, isento e liberto.
* Ideia central: Mostrar que a escravidão também existiu em outros tempos, e que eram conforme a dinâmica social. OS povos babilônios foram escravizados pelos persas, e os hebreus pelos povos que chegaram a atual Israel. Eles tinham que cumprir várias regras que lhes eram impostas.

Os Hebreus.
Vocabulário (pagina 68).
11.1-
- Escassez: Qualidade do que é escasso; falta, carência.
- Empreendendo: Tomar a resolução de fazer uma coisa e começá-la, resolver, praticar.
* Ideia central: Mostra toda a trajetória que os hebreus fizeram até chegar a terra santa, que Deus avia prometido de acordo com a Bíblia sagrada, até chegar aterra prometida os hebreus passaram por vários desafios até que no século XII os hebreus dominaram toda a Palestina.

Feito por: Beatriz A. S.

sábado, 9 de junho de 2012

Resistência dos Indígenas 05/06/2012

 Continuamos com a discussão sobre a resistência indígena:
   * Resistência dos Indígenas á escravidão (pagina 52 até 68)
 Atividade: Fichamento de leitura (de acordo com o modelo).
 Data de entrega 11/06/2012
 Digitado de acordo com a padronização de trabalhos escritos.
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 1- Titulo
1.1- Vocabulário: (significados)
 -
 -
 -
* Ideia central:
1.2- Vocabulário: (igual ao de cima dai em diante).
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 O aluno Luiz Enrique leu um outro pedaço do texto, depois o texto foi discutido na sala.
 Vocabulário:
   * Gentios: Povos pagãos/ ou não cristão (nesse caso os índios).
   * Cativos; Conquistar (nesse caso prisioneiros).
   * Captor: Capturador/caçador
   * Regimento: Conjunto de normas que todos tem que cumprir.
 A professora explicou dando exemplos reais.
 Neste regimento do texto que foi feito por Tomé de Souza, que consistia em tratar bem os indígenas, o que não aconteceu.
   - Ideia Central: Os portugueses por objetivo explorar as riquezas da terra e "salvar" os índios, convertendo os á fé católica.
 Ela explicou, e encerrou a aula falando sobre os trabalhos de recuperação.

 PESQUISA: Você sabia?


Você sabia que vários dos nossos hábitos são herdados da cultura indígena? 

Um dos costumes mais importantes é o de tomar banho todos os dias. 

Em outras culturas, como na dos países europeus, é comum as pessoas passarem dias sem tomar banho. 

Que bom que os índios nos ensinaram isso, né? Assim somos um povo bem cheirosinho! 

Também aprendemos com eles o uso de chás e plantas medicinais para curar doenças. 

E como os índios têm muito conhecimento de ervas e plantas, muitos dos remédios que compramos hoje nas farmácias tiveram suas fórmulas baseadas em chás indígenas. 

É influência deles também a utilização de redes para dormir, as várias danças, principalmente as da região Norte do Brasil. 

E ainda várias canções e lendas do folclore brasileiro. 



                

Discussão sobre os indígenas 04/06/2012

 A professora copiou no quadro a data das avaliações:
   * 11/06 - Avaliação do livro: "Falando da Idade Media a nossos filhos".
   * 12/06 - Prova de história
      Conteúdo: Roteiro dos debates.
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 1- Resistência dos Indígenas á escravidão (pagina 52 até 58).
 A aluna Deborah foi chamada a frente para ler um pouco do testo que estava sendo estudado. Depois de ler o primeiro paragrafo a professora com a ajuda dos alunos colocou no quadro as palavras desconhecidas.
 1.1 Vocabulário.
   1- Homogeneização: Tornar as coisas iguais, igualar.
   2- Gradativa: Perdendo aos poucos, gradual.
   3- Rotulação: De maneira geral, tudo igual.
 Depois a professora explicou, e deu o significado de cada palavra com exemplos, um dos exemplos foi:
 "O professor não pode tratar os alunos de maneira igual, pois os alunos são diferentes e agem diferentes uns dos outros, para cada um precisa de uma disciplina diferente".
 Ela colocou no quadro o que os portugueses foram tirando aos poucos dos índios:
   1 (Primeiro) - A liberdade
   2 (Segundo) - A vida (guerras, suicídio, doenças, etc..)
   3 (Terceiro) - A cultura
   4 (Quarto e ultimo) - As suas terras
 Depois ela explicou.

 Pesquisa: Por que os portugueses optaram por escravizar negros africanos? 


 No século XVI, assim que os portugueses iniciaram a produção açucareira no Brasil, se inicia um debate sobre qual força de trabalho poderia ser empregado nesse tipo de negócio. Afinal de contas, para que o açúcar desse lucro em pouco tempo, era necessário uma produção em larga escala sustentada por um grande número de trabalhadores. Desse modo, os colonizadores se dispuseram a promover a escravidão dos índios que ocupavam as terras ou dos africanos disponíveis do outro lado do oceano.

 Mesmo sendo mais acessível, a escravização dos indígenas mostrava-se problemática por uma série de fatores conjunturais. Primeiramente, devemos destacar que os índios não eram acostumados a uma rotina de trabalho extensa, tendo em vista que privilegiavam uma economia de subsistência. Por outro lado, muitos deles morriam ao contrair as doenças trazidas pelo europeu, e aqueles que eram escravizados articulavam facilmente a sua fuga mediante o conhecimento do território.

 Não bastando tais explicações, devemos salientar que a Igreja também teve enorme peso para que a escravidão indígena não ganhasse força no espaço colonial. Tal influência explica-se pelo fato de a Igreja ter o claro interesse em converter os índios à crença católica. Naturalmente, se esses índios fossem submetidos à escravidão, logo demonstrariam uma resistência maior em aceitar a religião do colonizador. Por fim, vemos que o próprio governo de Portugal expediu várias leis proibindo o apresamento indígena.

 Por outro lado, a escravidão africana mostrava-se como uma alternativa mais viável, tendo em vista que os portugueses já tinham fixado, desde o século XV, vários entrepostos ao longo do litoral africano. Ao mesmo tempo em que já dominavam essas rotas, o governo português logo percebeu que o tráfico de escravos para a América seria interessante, já que essa atividade também poderia gerar divisas para os cofres do Estado.

                          

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Continuação da Conclusão 01/06/2012

 A professora continuou com a conclusão sobre a resistência dos indígenas a escravidão "Os indígenas não aceitaram a escravidão, muitos se mataram e outros fugiram para longe".
 Foi ai que os portugueses decidiram trazer negros africanos para escravizar no lugar dos indígenas.
   3- Ciclo da economia Mineradora ou "Ciclo do Ouro"
       * Na região Sudeste (Minas Gerais) e Centro Oeste (Mato Grosso e Goias).
       * Economia e Bandeiras: expedições para explorar o interior do Brasil em busca de ouro, prata e pedras preciosas - Bandeirantes - (seculo XVII - XVIII).
 A professora falou que muitos dos bandeirantes morriam no caminho, poucos eram os que conseguiam voltar para suas famílias.
 Ela disse que diamantina "Foi uma das cidades mais ricas do Brasil, e produz diamantes até hoje".
        * Comércio local e agro-pecuária - surgimento das cidades (urbanização).
        * Miscigenação: mestiçagem.
 "Todos temos um pé na senzala, um pé no mato e um braço na Europa".

 PESQUISA:
   Os Bandeirantes 
 - Os bandeirantes eram homens, principalmente paulistas, que entre os séculos XVI e XVII atuaram na captura de escravos fugitivos, aprisionamento de indígenas e outras tarefas relacionadas.  Atuaram também na procura de pedras e metais preciosos pelo interior do Brasil.
 - Andavam sempre armados e usavam a violência na captura de índios e escravos fugitivos.
 - Os bandeirantes foram responsáveis pelo desbravamento do território brasileiro. Expandiram o território brasileiro para além das fronteiras determinadas pelo Tratado de Tordesilhas.
 - Tinham geralmente como ponto de partida as cidades de São Vicente (litoral paulista) e São Paulo. Caminhavam seguindo o curso dos rios como, por exemplo, o rio Tietê.
 - As expedições de bandeirantes organizadas por particulares eram conhecidas como Bandeiras. As organizadas pelo governo eram conhecidas como Entradas. 

                               

Conclusões dos Debates 29/05/2012

 A professora Ana Clara junto com a turma colocou no quadro as conclusões dos debates.
   Conclusões dos debates
 3- Ciclos da economia colonial do Brasil (século XVI a XIX)
   a) Economia Natural ou Extrativismo Vegetal:
      * Produto mais explorado: Pal-Brasil
      * Região: Norte a Sul - Mata Atlântica (litoral)
      * Trabalho indígena: "Escambo"
 A professora explicou que escambo significa: "Troca de trabalho por bugigangas, os índios cortavam o Pal-Brasil e levavam para as embarcações portuguesas em troca de espelhos e outros objetos que eles desconheciam.
 A professora falou sobre a economia açucareira ou ciclo do açúcar (século XVI a XVIII), falou também da economia mineradora ou ciclo do ouro (século XVIII a XIX).
 Depois ela falou sobre a madeira do Pal-Brasil, disse que era uma madeira tão forte que nem cupim conseguia perfurar, ela dura muito tempo e ate hoje ainda elas existem, mas apenas para exposição, nos dias de hoje é considerado crime cortar um Pal-Brasil.

                

PESQUISA: Pal-Brasil


 O pau-brasil é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira, com o tronco recoberto de espinhos, em tons de cinza ou vermelho, e centro avermelhado. Originalmente, a área de abrangência dessa árvore estendia-se por quase 3 mil quilômetros das costa brasileira, tipicamente em floresta primária densa da Mata Atlântica.

 O pau-brasil pode atingir 30 metros de altura, com seu diâmetro chegando a 1,5 metro. Sua floração ocorre no final do mês de setembro até meados de outubro.Entre os meses de novembro a janeiro ocorre a maturação dos frutos.

 Os índios brasileiros já utilizavam este árvore para confecção de arcos, flechas, extraindo corante vermelho intenso do tronco. Após o descobrimento , durante o período do Brasil Colônia, a madeira da árvore foi bastante utilizada pelos portugueses, que tiravam o corante produzido pelas árvores e o usavam para tingir tecidos. A madeira do pau-brasil também era aproveitada pelos europeus, nas indústrias civil e naval.

 A partir do final do século XVII, a madeira do pau-brasil também começou a ser usada para fabricação de arcos de violinos, por apresentar pesa e espessura considerados idéias. O desperdício da madeira era enorme, pois para a produção de um arco de violino, era exigida a parte mais flexível, sem nó, e cortada no sentido de maior comprimento das fibras, reduzindo o aproveitamento no trabalhão artesanal a 15% da tora. Ainda hoje o pau-brasil é procurado para a fabricação desses arcos.

 Durante três séculos, o pau-brasil foi um dos principais produtos exportados do Brasil. O fator mais importante que levou ao término do ciclo econômico de exploração da madeira do pau-brasil, no século XIX, foi exatamente o esgotamento das áreas nativas onde a madeira era encontrada inicialmente.

 A exploração indiscriminada praticamente dizimou a espécie.Hoje em dia, é muito difícil encontrar a árvore em estado natural.Os poucos locais onde o pau-brasil ainda pode ser encontrado são áreas de preservação situadas no litoral de alguns estados. A espécie está tão ameaçada quanto outras de ocorrência na Mata Atlântica, que mesmo sendo um dos ecossistemas de maior diversidade é um dos mais ameaçados do planeta.

                                     

                  

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Discussão sobre as aulas 28/05/2012

 A professora falou sobre no resultado das recuperações que aviam sido desastrosos. Ela falou também sobre as notas técnicas que seriam aplicadas.
   - Indisciplina  * colocar para fora de sala
                       * mais rigor
   - Aulas cansativas - aulas praticas/debates
     * informatica
     * multimídia
     * ar livre (a maioria)
     * trabalho em grupo
   - Relacionamento com professor
     * mais divertida
     * mais descontraída
     * menos brava
   - Desinteresse/falta de estudo dos alonos 80%
 A professora perguntou se a turma avia estudado o conteúdo dado.
   Conclusões dos debates: capitulo 2
     1- Escravidão e Escravismo
     2- Mercantilismo: práticas
     3- Resistência dos Índios á escravidão
   a) Confederação dos Tamoios
   b) Confederação dos Cariri
     * Escravidão: condição individual. Exemplo: uma pessoa que é escravo das drogas.
     * Escravismo: um sistema social em que a sociedade só sobrevive em cima do escravismo.
 A professora explicou sobre o direito das crianças e dos jovens e os direitos das crianças e dos jovens.
     * Colonialismo.
     4- Ciclos da economia colonial.
                   
                       
  


Terceiro debate 25/05/2012

 A professora fez um novo tipo de debate no qual ela separou a turma em dois grupos. O grupo 1 fazia pergunta para o grupo 2 e vice-versa.
 As perguntas tinham que ser sobre o assunto que estamos estudando: a "descoberta" do Brasil e como avia sido o encontro entre os índios e os portugueses.
 Se o grupo não soubesse responder as perguntas a professora o fazia.

                                      

Segundo debate 22/05/2012

 A professora escolheu os alunos para o debate:
  - Gabriela Candida
  - Guilherme Gonçalves
  - Luiz Henrique
  - Gabriela Carvalho
 Ela escolheu para ser os interlocutores os alunos:
  - Lorena Rodrigues
  - Jessica Mota
  - Maria Luíza
  - Pedro Fadul
  - Deborah Fernanda
  - Julia Caldas
  - Luciano Faria
 A professora fez perguntas sobre o mercantilismo, cada aluno teve sua chance de perguntar e responder, alguns acertaram outros erraram e foram corrigidos pela professora.
 PESQUISA: Mercantilismo.
   Mercantilismo
   Podemos definir o mercantilismo como sendo a política econômica adotada na Europa durante o Antigo Regime. Como já dissemos, o governo absolutista interferia muito na economia dos países. O objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. Quanto maior a quantidade de riquezas dentro de um reino, maior seria seu prestígio, poder e respeito internacional.


                                  


Pesquisa sobre a escravidão no Brasil:
   Resumo
   - A escravidão começou no Brasil no século XVI. Os colonos portugueses começaram escravizando os índios, porém a oposição dos religiosos dificultou esta prática. Os colonos partiram para suas colônias na África e trouxeram os negros para trabalharem nos engenhos de açúcar da região Nordeste. 
   - Os escravos também trabalharam nas minas de ouro, a partir da segunda metade do século XVIII. 
   - Tanto nos engenhos quanto nas minas, os escravos executavam as tarefas mais duras, difíceis e perigosas.
   - A maioria dos escravos recebia péssimo tratamento. Comiam alimentos de péssima qualidade, dormiam na senzala (espécie de galpão úmido e escuro) e recebiam castigos físicos.
   - O transporte dos africanos para o Brasil era feito em navios negreiros que apresentavam péssimas condições. Muitos morriam durante a viagem.
   - Os comerciantes de escravos vendiam os negros como se fossem mercadorias.
   - Os escravos não podiam praticar sua religião de origem africana, nem seguir sua cultura. Porém, muitos praticavam a religião de forma escondida.
   - As mulheres também foram escravizadas e executavam, principalmente, atividades domésticas. Os filhos de escravos também tinham que trabalhar por volta dos 8 anos de idade.
   - Muitos escravos lutaram contra esta situação injusta e desumana. Ocorreram revoltas em muitas fazendas. Muitos escravos também fugiram e formaram quilombos, onde podiam viver de acordo com sua cultura.
   - A escravidão só acabou no Brasil em 1888, após a decretação da Lei Áurea.


 

Primeiro dia do Debate 21/05/2012

 Começamos com o debate com a professora escolhendo os alunos para debater o roteiro de estudos que ela havia passado na ultima aula.
 A professora começou o debate com as seguintes perguntas:
   - " Descobrimento" (?)
   - Cristovão Colombo - Italiano
 A professora falou sobre a navegação que era feita passando pelos cabos da Africa, e explicou através de um desenho do mundo
 Quando Cristovão Colombo estava navegando para a Índia acabou "descobrindo" o Brasil.
   
PESQUISA: Cristovão Colombo.
  Quem foi Cristóvão Colombo nasceu na Itália, por volta do ano 1451. Marinheiro desde sua infância ele transformou-se em um cartógrafo brilhante.
  Idéias e realizações Na época em os portugueses buscavam encontrar, através das grandes navegações, a rota às Índias, seguindo pelo extremo-sul da África, Colombo estava certo de que existia um percurso mais curto em direção ao ocidente; contudo, precisaria de apoio para provar a sua teoria.
  Após seis anos em busca de apoio, ele finalmente o encontrou no Rei Fernando e na Rainha Isabel, da Espanha. Partiu para o mar, em 1492, em uma singela embarcação de 100 toneladas, esta, continha 52 homens. A Santa Maria era seguida por duas outras caravelas ainda menores do que ela: uma de 50 toneladas e outra de 40 toneladas. 
  Seguiu trajeto em direção as Ilhas Canárias, onde ficou durante algum tempo. Após um mês, sua tripulação, já cansada, fez um motim e o obrigou a prometer que eles voltariam caso não encontrassem terra num períodode três dias. 
  Foi no terceiro dia que viram várias ilhas. Desembarcaram em uma delas e lá hastearam a bandeira real da Espanha. Posteriormente seguiram para Cuba. Antes de retornarem à Espanha, mantiveram uma pequena colôniano Haiti. 
  No ano de 1493, Colombo fez uma outra viagem e descobriu novas ilhas. Em sua terceira viagem, no ano de 1498, ele descobriu Trinidad e também o continente sul-americano.  
  Em 1502, Colombo fez sua quarta e última viagem; nesta, porém,  ele não foi bem sucedido. Doente e desapontado por não ter encontrado um caminho para a Ásia, ele retornou ou  à Espanha. Faleceu  em 1506, na mais completa pobreza.