sábado, 9 de junho de 2012

Discussão sobre os indígenas 04/06/2012

 A professora copiou no quadro a data das avaliações:
   * 11/06 - Avaliação do livro: "Falando da Idade Media a nossos filhos".
   * 12/06 - Prova de história
      Conteúdo: Roteiro dos debates.
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 1- Resistência dos Indígenas á escravidão (pagina 52 até 58).
 A aluna Deborah foi chamada a frente para ler um pouco do testo que estava sendo estudado. Depois de ler o primeiro paragrafo a professora com a ajuda dos alunos colocou no quadro as palavras desconhecidas.
 1.1 Vocabulário.
   1- Homogeneização: Tornar as coisas iguais, igualar.
   2- Gradativa: Perdendo aos poucos, gradual.
   3- Rotulação: De maneira geral, tudo igual.
 Depois a professora explicou, e deu o significado de cada palavra com exemplos, um dos exemplos foi:
 "O professor não pode tratar os alunos de maneira igual, pois os alunos são diferentes e agem diferentes uns dos outros, para cada um precisa de uma disciplina diferente".
 Ela colocou no quadro o que os portugueses foram tirando aos poucos dos índios:
   1 (Primeiro) - A liberdade
   2 (Segundo) - A vida (guerras, suicídio, doenças, etc..)
   3 (Terceiro) - A cultura
   4 (Quarto e ultimo) - As suas terras
 Depois ela explicou.

 Pesquisa: Por que os portugueses optaram por escravizar negros africanos? 


 No século XVI, assim que os portugueses iniciaram a produção açucareira no Brasil, se inicia um debate sobre qual força de trabalho poderia ser empregado nesse tipo de negócio. Afinal de contas, para que o açúcar desse lucro em pouco tempo, era necessário uma produção em larga escala sustentada por um grande número de trabalhadores. Desse modo, os colonizadores se dispuseram a promover a escravidão dos índios que ocupavam as terras ou dos africanos disponíveis do outro lado do oceano.

 Mesmo sendo mais acessível, a escravização dos indígenas mostrava-se problemática por uma série de fatores conjunturais. Primeiramente, devemos destacar que os índios não eram acostumados a uma rotina de trabalho extensa, tendo em vista que privilegiavam uma economia de subsistência. Por outro lado, muitos deles morriam ao contrair as doenças trazidas pelo europeu, e aqueles que eram escravizados articulavam facilmente a sua fuga mediante o conhecimento do território.

 Não bastando tais explicações, devemos salientar que a Igreja também teve enorme peso para que a escravidão indígena não ganhasse força no espaço colonial. Tal influência explica-se pelo fato de a Igreja ter o claro interesse em converter os índios à crença católica. Naturalmente, se esses índios fossem submetidos à escravidão, logo demonstrariam uma resistência maior em aceitar a religião do colonizador. Por fim, vemos que o próprio governo de Portugal expediu várias leis proibindo o apresamento indígena.

 Por outro lado, a escravidão africana mostrava-se como uma alternativa mais viável, tendo em vista que os portugueses já tinham fixado, desde o século XV, vários entrepostos ao longo do litoral africano. Ao mesmo tempo em que já dominavam essas rotas, o governo português logo percebeu que o tráfico de escravos para a América seria interessante, já que essa atividade também poderia gerar divisas para os cofres do Estado.

                          

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