quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Continuação do debate 04/09/2012

 A professora corrigiu a nota dos alunos. Depois continuamos o debate.
   Continuação do debate:
 Questão 1: A Lei Áurea, de 13 de maio de 1888 aboliu e/ou libertou os escravos no Brasil?
   * Fernando +
   * Luiz Felipe +
   * Guilherme Moreira +
   * Deborah +
   * Hamilton +
 A professora falou sobre a escravidão, e os alunos foram completando. "Uma das condições da liberdade é a pessoa ter direito de trabalho, moradia digna, ter participação na sociedade, etc...'
 Questão 2: Qual é o significado da palavra "liberdade" no contesto da abolição?
   * Fernando +
   * Guilherme A. -
   * Maria Luiza +
   * Daniel -
   * Juliana -
 E explicou.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Abolição da escravidão no Brasil 03/09/2012

   A professora Ana Clara falou como seria a distribuição dos pontos na segunda etapa.
 11,0 - Festa Junina: 3,0
        - Fichamento: 4,0
        - Livro: 3,0
        - Participação: 1,0
        - Tarefa: 3,0
 A professora falou sobre as atividades que pretendia realizar com a turma na terceira etapa. Depois ela lembrou a turma sobre a porque da escravização africana ao invés da escravização indígena.
 Abolição da Escravidão no Brasil - 1888 (13 de maio)
   - A Lei Áurea, 13 de maio de 1888 aboliu e/ou libertou os negros escravizados no Brasil?
 Debate:
   * Fernando +
   * Luiz Felipe +
   * Guilherme Moreira +
   * Deborah -
   * Hamilton -
 O debate aconteceu assim: A professora começava a falar de um determinado assunto e os alunos iam complementando, falando as principais características da Lei Áurea.
 Abolição da Escravidão no Brasil: 
   Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
   A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
   Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

  

Devolução da prova 31/08/2012

 A professora Ana Clara falou sobre uma questão na prova que avia sido anulada. Depois ela entregou a prova, e discutiu com a turma, esclarecendo as duvidas e corrigindo as questões da prova com a turma.

Volta de Ana Clara 28/08/2012

  A professora Ana Clara falou sobre sua viajem e explicou como seria a distribuição dos pontos.
 Avaliação: 9,0
 Avaliação: 9,0
 Avaliação Integrada: 6,0
 Atividades: 11,0 - Festa Junina: 3,0
                         - Debate: 2,0
                         - Fichamento: 4,0
                         - Livro: 2,0
 Depois ela falou as notas dos alunos, as notas que já tinham. E começou a discutir com a turma sobre a escravidão no Brasil.
 Tema: Escravidão Negra no Brasil.
   1- Econômico: Exploração da cana de açúcar/ montagem das fazendas de engenho.
   2- Sociocultural: Inadaptação do índio ao trabalho escravo.
   3- Politica e econômica: Mercantilismo
 Depois ela fez algumas perguntas aos alunos.

Mercantilismo
Podemos definir o mercantilismo como sendo a política econômica adotada na Europa durante o Antigo Regime. Como já dissemos, o governo absolutista interferia muito na economia dos países. O objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. Quanto maior a quantidade de riquezas dentro de um reino, maior seria seu prestígio, poder e respeito internacional.

  

Discussão sobre as leis 27/08/2012

 A professora Rossana falou sobre sua programação para as aulas desta semana. Depois começamos a ler o texto da pagina 100, "O caso do Ceará", ela foi lendo e explicando paragrafo por paragrafo.
 1650 -1871 - Lei do Ventre Livre
                  - 1870
                  - Antilhas
 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Correção do para casa 24/08/2012


 

 A professora Rossana começou a aula dando visto no caderno, e enquanto ela olhava os cadernos deu uma atividade: Fazer a pagina 109 do livro.
 24- a) Primeira pessoa: Entendo que todas as pessoas são iguais, elas merecem respeito igual a todo mundo.
          Segunda pessoa: Todos mundo é igual independente da cor.
       b) Preconceito- conceito que a pessoa tem sem antes conhecer.
       c)  Comparei.
       d) Discriminação: É o ato de discriminar alguém por ser diferente.

Prova de historia 21/08/2012

  Aconteceu a aplicação da prova de História.

Revisão do conteúdo para a prova 20/08/2012

 A professora revisou com a turma tu que aviamos aprendido.
A America Espanhola colonia de exploração
 A sociedade se organizava assim:
No topo da piramide ficava: chapetones (espanhóis- cargos administrativos)
Logo abaixo deles ficava: criollos (filhos de Espanhóis nascidos na America)
E embaixo deles ficava a maior parte da população: Índios (trabalho indígena compulsório).
 *Mita: Trabalho compulsório na mina.
 *Encomienda: Trabalho compulsório na fazenda.
    Escravidão no Brasil
A professora explicou o que é um quilombo, o nome de quem nasce em um quilombo (quilombolas), explicou como era uma senzala e como era a casa grande. Depois ela colocou no quadro as paginas mais importantes do livro (pag 91 a 93), e ela leu com a turma algumas paginas do livro, como forma de estudar para a prova do dia seguinte.
   * Conspiração: fase inicial
   * Revolta: partir para ação
  Formas de resistência a escravidão
 - Fuga
 - Revolta
 - Manutenção da língua/ cultura
   Abolição do tráfico negreiro
   1845- Lei Bill Aberdeen
   1850- Lei Euzébio de Queiroz
   Intencifícou-se o tráfico interno
   Abolição da escravidão
   1871- Lei do Ventre Livre
   1885- Lei Saraiva Cotegipe ou Lei do Sexagenários.
   1888- Lei Áurea
    
   


Correção do dever 17/08/2012

   Primeiro A professora Rossana passou o dever:
 Para Casa: 
   * Resumo (no caderno) das paginas 90 á 97 do livro.
dois, blue, desenho, flor, flores, desenhos animados   * Exercícios (no livro) das paginas 98 á 100.
   * Questão 16, da pagina 100 (para entregar) em dupla.
  AVALIAÇÃO: Dia 21/08/12 - terça feira
  Matéria: Capitulo 3 (inclusive a partir de Quilombos) até a pagina 100 do livro didático.
 Depois a professora junto com a turma corrigiu o para casa da ultima aula.
Pag 89 Sugestão de respostas
   fig 14- Escravos de Ganho/ Tabuleiro.
   fig 15- Escravos de Ganho.
   fig 16- Escravos de Ganho/ Domésticos
   fig 17- Escravos de Garimpo/ Mineração
   fig 18- Escravos de Engenho de cana
   fig 19- Escravos da lavoura de cana.
 Depois a professora Rossana pediu para a turma estudar a matéria do Brasil colonia através do blog:
rossanahistoria.blogspot.com.br
 Depois ela passou dando visto no para casa.
         

domingo, 23 de setembro de 2012

Vídeo sobre o Navio Negreiro 14/08/2012

 A professora Rossana levou a nossa turma (8ºC) para a sala do 8ºA para assistir a um vídeo sobre como eram trazidos os negros africanos para o brasil. Foi uma aula muito divertida com a utilização do power fonte!!!
 Depois ela mostrou imagens, e explicou como era naquela época.
 "A professora passou um vídeo sobre o navio negreiro, um trecho do filme: Amistad".

Discussão sobre o Brasil Colonia 13/08/2012

 Primeiro a professora Rossana passou o dever de casa:
 Para Casa
   * Fazer no caderno- Fichamento paginas 82 a 90 (parágrafo por parágrafo).
   * Fazer no livro- Paginas 89 e 90.
   * Para entregar em folha separada- Questão 11 (letra A) da pagina 90.
 Depois a professora leu um texto junto com a turma, dando a oportunidade de alguns alunos lerem também.
 Pedro Alvares Cabral- 1500
 Brasil Colonia- (1500-1822)
 Brasil-Pré-Colonial- (1500-1530)
 A professora explicou o que é: - Extrativismo vegetal
                                             - Exploração do pau-brasil
                                             - Escambo - A troca de trabalho por bugigangas
                                             - Defesa
                                             - Expedições guarda-costas
                                             - Ineficientes
                                             - Enormes depósitos- Feitorias
                                             - Invasões francesas
 Mapa do Brasil Colonia 

 A professora explicou com exemplos e imagens. Depois falou sobre a parceria que Portugal e Holanda iniciaram, que trouxe engenho de cana para o Brasil, eles tentaram escravizar os índios, como não conseguiram, começaram a escravizar os africanos.
 Pesquisa:Ciclo do pau-brasil (1500 a 1530)
- Chegada dos portugueses ao Brasil em 22 de abril de 1500.
- Portugueses começam a extrair o pau-Brasil da região litorânea, usando mão-de-obra indígena. A madeira era comercializada na Europa.
- Os portugueses construíram feitorias no litoral para servirem de armazéns de madeira.
- Nesta fase os portugueses não se fixaram, vinham apenas para explorar a pau-Brasil e retornavam.
- Época marcada por ataques estrangeiros (ingleses, franceses e holandeses) à costa brasileira.

sábado, 15 de setembro de 2012

Estudando sobre o Navio Negreiro 10/08/2012

 A professora Rossana olhou o dever de casa dos alunos e assinou na agenda dos que não fizeram o dever. Depois ela corrigiu as atividades com a turma esclarecendo as duvidas dos alunos. Foi muito divertido!
  Sugestão de resposta
   Pagina 82: 4- Escravo - É "a peça" a "mercadoria" comprada ou vendida.
                     - Escravidão - É a prática de utilização da mão de obra escrava.
                  5- Embora a escravidão tenha sido abolida no século XIX, a sua pratica ainda persiste em alguns países, embora as leis a tratem como ilegal e desumana.
   Pagina 86 Tipo de embarcação:
 - Cravela ou nau
 - Navio
 Organização e distribuição das "peças"
   - Na parte superior do navio estão as mulheres e crianças.
   - Á direita estão as gravidas
   - Na parte inferior do porão os machos e os moleques.
 Os escravos estão distribuídos pelo convés e porão do navio, deitados.
 Depois ela ex plicou como era a viagem e o que eles sofriam durante toda a trajetória.

Vídeo sobre os escravos 07/08/2012

 A professora Rossana começou a aula fazendo a chamada, depois ela passou um vídeo sobre a trajetória e o sofrimento dos escravos até chegarem ao Brasil, depois ela explicou como era durante a viagem.
 A professora leu o poema "Navio Negreiro" de Castro Alves, explicando paragrafo por paragrafo, supos que um escravo custava o preço de um carro popular, cerca de 22 mil reais, depois recolheu os trabalhos.
                             Navio Negreiro
Castro Alves
  I
'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta. 
'Stamos em pleno mar... Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
— Constelações do líquido tesouro... 
'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?... 
'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas... 
Donde vem? onde vai?  Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço. 
Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo — o mar em cima — o firmamento...
E no mar e no céu — a imensidade! 
Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa! 
Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos! 
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...
.......................................................... 
Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa! 
Albatroz!  Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz!  Albatroz! dá-me estas asas.
 
II
    
Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após. 
Do Espanhol as cantilenas
Requebradas de langor,
Lembram as moças morenas,
As andaluzas em flor!
Da Itália o filho indolente
Canta Veneza dormente,
— Terra de amor e traição,
Ou do golfo no regaço
Relembra os versos de Tasso,
Junto às lavas do vulcão! 
O Inglês — marinheiro frio,
Que ao nascer no mar se achou,
(Porque a Inglaterra é um navio,
Que Deus na Mancha ancorou),
Rijo entoa pátrias glórias,
Lembrando, orgulhoso, histórias
De Nelson e de Aboukir.. .
O Francês — predestinado —
Canta os louros do passado
E os loureiros do porvir! 
Os marinheiros Helenos,
Que a vaga jônia criou,
Belos piratas morenos
Do mar que Ulisses cortou,
Homens que Fídias talhara,
Vão cantando em noite clara
Versos que Homero gemeu ...
Nautas de todas as plagas,
Vós sabeis achar nas vagas
As melodias do céu! ...
 
III
   
Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!
 
IV
    
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar... 
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs! 
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais... 
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri! 
No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..." 
E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
          Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
          E ri-se Satanás!...
 
V
   
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! 
Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba 
 
Que excita a fúria do algoz?
Quem são?   Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!... 
São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . . 
São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael. 
Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis...
Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
... Adeus, ó choça do monte,
... Adeus, palmeiras da fonte!...
... Adeus, amores... adeus!... 
Depois, o areal extenso...
Depois, o oceano de pó.
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer. 
Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão!
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar... 
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!... 
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus,
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus?!...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Do teu manto este borrão?
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! ...
 
VI
      
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio.  Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ... 
Auriverde pendão de minha terra,   
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!... 
Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

Correção do Para Casa 06/08/2012

A professora Rossana fez a chamada, depois escreveu no quadro o dever de casa
Para Casa: Pagina 85. 86 e 87
Atenção para o item 08 da pagina 87.
O poema navio negreiro esta disponiveu no blog: rossanahistoria.blogspot.com.br
Depois ela começou a corrigir o dever dado na ultima aula, discutiu os textos com a turma e pediu para alguns alunos lerem. Depois discutiu algumas questões e explicou o dever.
Dever pagina 86 e 87
  6- a) Fig. 8 - É um barco com muitas velas, de aparência boa, não parece ser muito grande, tem muitas cordas, etc...
      b) Fig. 9 - É um navio que parecer ser bem grande, a imagem mostra várias partes dele, mostra a parte superior e inferior, etc...

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Primeira aula com a professora Rossana! 03/08/2012

Foi uma aula perfeita!!!
 A professora começou a aula fazendo um combinado com a classe, depois dando algumas regras, e falando como iria ser a aula e o que os alunos deveriam fazer para termos aulas agradáveis, depois explicou seu modo de trabalho, como ela iria dar aula.
 A professora explicou que todas as aulas ela passa para casa, no começo da aula.
   Para Casa
 Leitura da pagina 76 até 80.
 Atividades das paginas 81 e 82.
 Depois ela fez a chamada, para melhor conhecer os alunos. (Acabou fazendo amizade com o Italo, Igor e Luiz Henrique).
 Depois ela fez algumas perguntas e pediu para quem soubesse responder.
 Mita é o trabalho compulsório na mineração
 Encomienda é o trabalho compulsório na fazenda.
 Depois explicou e esclareceu a duvida dos alunos.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Continuação do debate 06/07/2012

 A professora continuou com o debate sobre o trabalho escravo, em varias idades e jeitos. Ela chamou alguns alunos para ir até a frente para responder as perguntas do debate. Depois ela explicou dando exemplos reais que aconteceram com ela, sobre o assunto estudado.
 Ela estabeleceu uma relação entre todos os tipos de trabalho forçado citando exemplos.

Escravidão nos dias de hoje 03/07/2012

 Escravidão hoje, em todos os lugares? (Livro pagina 70)
   1 Vocabulário:
    * Sanções: aprovação de uma lei/ penalidades ou punições.
    * Intitulado: dar titulo.
    * Castas: classes ou camadas sociais hierarquizadas.
    * Exceder: ir alem/ passar do limite.
    * Relutância: resistir/ hesitar.
    * Represália: vingança.
    * Exortar: animar/ incitar/ convidar.
    * Cercear: cercar/ restringir/limita.
    * Erradicar: arrancar pela raiz/ extinguir.
 A professora explicou, deu exemplos do texto lido. Depois ela explicou o significado da palavra "vitimar": tornar alguém ou algo vitima. A professora chamou a aluna Thaina para falar qual é o tema central do texto: O trabalho escravo, e as organizações que estão sendo feitas pela OIT, as coisas que estão sendo feitas para acabar de vez com o trabalho escravo.
 Depois a professora explicou melhor: "O Brasil é o segundo país com maior incidência de abusos sexuais do mundo, ele só perde para a Tailândia." Depois sorteou outros alunos e fez perguntas sobre o texto. No final da aula esclareceu todas as duvidas.

PESQUISA: O que é OIT?

A OIT é o maior centro mundial de recursos de informação, análise e orientação sobre o mundo do trabalho. A investigação acompanha e reforça todas as atividades práticas da Organização, que é considerada universalmente como uma fonte autorizada de informação estatística.
Fundada em 1919 com o objetivo de promover a justiça social, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) é a única das Agências do Sistema das Nações Unidas que tem estrutura tripartite, na qual os representantes dos empregadores e dos trabalhadores têm os mesmos direitos que os do governo.
No Brasil, a OIT tem mantido representação desde 1950, com programas e atividades que têm refletido os objetivos da Organização ao longo de sua história.

Discussão sobre o racismo 02/07/2012

 A professora explicou o motivo de não ter vindo na ultima aula que foi dada pela professora Rossana. A professora falou sobre o racismo e o preconceito e deu exemplos de conhecidos que sofreram racismo pelos colegas.
 * Projeto Inculturação: Carisma
 Salesiano em contexto afro - Brasileiro e Lei Federal 10639/2003
 Ela falou sobre o projeto e como seria realizado, ela deu exemplos e explicou o que é racismo e preconceito.
 A professora explicou que uma das religiões africanas começou a ser conhecida como macumba por causa de um instrumento que é utilizado para saudar a Deus (oxalá). E explicou.

sábado, 30 de junho de 2012

Aula com a professora Rossana 29/06/2012

   A professora de história precisou faltar, então a professora Rossana deu aula no lugar dela. A professora disse que iria dar aula para a turma durante o mês de agosto, pois a professora Ana Clara precisaria resolver um problema pessoal.
 Ela explicou seu jeito de trabalhar e disse que era parecido com o da Ana Clara. Depois pediu para alguns alunos lerem o texto "Escravidão hoje, em todos os lugares?" e explicou para a turma, no final da aula ela copiou o dever.
   Para Casa 
 1- Leitura prévia e fichamento do texto (pagina 70 - 73).      
   a) Escravidão, hoje em todos os lugares?
   b) Fazer os exercícios seguintes.
 1.1 Vocabulário (listar e procurar o significado das palavras desconhecidas em todo o texto).
 1.2 Ideias centrais de cada paragrafo.
 1.3 Pequeno resumo do conteúdo.
 1.4 Pesquisar (e trazer colado no caderno) pelo menos uma forma de escravidão moderna.